Os Smurfs

Posted on 23/08/2011

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The Smurfs, 2011

 

Já vou começar avisando que adorei o filme. Logo nos 2 primeiros minutos de filme, logo após uma breve introdução, vemos dois Smurfs entrando em sua vila encantada e passeamos através dela, passando ao lado de vários de seus inúmeros habitantes. Foi como uma viagem de volta no tempo, na época em que eu, ainda em processo de alfabetização,  assistia ao desenho animado deles durante o almoço. Me diverti reconhecendo vários Smurfs e me surpreendendo ao ver outros dos quais nem me recordava mais.

Os efeitos do filme estavam ótimos, o 3D estava muito bom, e a história pano de fundo que criaram para justificar a passagem dos Smurfs e seu inimigo Gargamel pela Nova York dos dias de hoje, apesar de bobinha e com alguns furos de roteiro, é leve e agradável o suficiente para sustentar o filme, principalmente para as crianças.

Na trama, Papai Smurf e mais cinco de seus filhos acabam caindo em um portal encantado, enquanto fugiam do bruxo Gargamel e seu gato Cruel. Assim, eles viajam no tempo e no espaço para o Central Park dos dias atuais, e infelizmente são seguidos por seus inimigos. Enquanto tentam descobrir uma forma de reabrir o portal e voltarem para seu tempo e sua floresta, eles se envolvem com um casal de nova iorquinos que estão prestes a ter seu primeiro filho.

Junto com o Papai Smurf vão alguns dos Smurfs mais clássicos, aqueles que participavam da maioria dos episódios do desenho animado: Smurfette, Ranzinza, Gênio e Desastrado. O único do qual eu não me lembrava era o Smurf “escocês”, que cheguei até a pensar que seria uma versão modificada do Robusto, até descobrir que se tratava de outro personagem.

Acabei assistindo ao Smurfs na sua versão dublada mesmo, sem poder conferir a voz da Katy Perry como Smurfette. Confesso que senti muita falta foi mesmo da voz “original” do Gargamel, dublado no desenho por Orlando Drumond, o “Seu Peru” do Zorra Total. Desta vez, o humorista acabou dublando o Papai Smurf, e apesar do ótimo trabalho, deixou saudades na pele do vilão, cuja nova voz deixou a desejar (ao menos pra mim, que já tinha a versão clássica gravada na memória).

No fim das contas, é um filme divertido que serve para que as crianças de hoje tenham contato com esses engraçados seres azuis, e para deixar os mais empolgados com vontade de sair falando “smurf” no meio de suas frases após a sessão.

Trailer

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